AAS - Acessórios e Auxiliares no Sexo


23/02/2015


São as mulheres que tomam a iniciativa

Na vida sexual do casal, as mulheres são as mais interessadas em inovar e buscam soluções e brinquedinho nas lojas especializadas. Pelo menos, foi esse o resultado de uma pesquisa patrocinada pela Lux, envolvendo 3 mil mulheres de diversos países. Entre as brasileiras, 80% se revelaram dispostas a pensar em formas originais de seduzir o parceiro. Para isso, vale tudo: de uma pele mais perfumada a produtos de sex shop, como fantasias, vibradores e óleos de massagem.

Ainda de acordo com o estudo, apesar de quase um terço (27%) das brasileiras se considerarem felizes com a relação amorosa do jeito que está, elas sentem falta de “algo a mais”. Romance (30%), diversão (28%) e paixão (22%) são ingredientes que deixariam a vida sexual mais interessante, segundo elas. Nem a rotina atribulada tira o pique delas: 50% garantiram estar disponíveis, ao menos uma vez ao dia, para passar tempo de qualidade com suas caras-metades.

A busca pelo prazer não se limita a produtos de sex shop. As mulheres têm desbravado o campo de imagens pornográficas de forma cada vez mais desinibida. E isso está sendo provado em números pelo  o maior portal de vídeos pornográficos da web, que em pesquisa recente resultou nesta confirmação: as brasileiras são campeãs de acesso. No país, elas respondem por 29% da procura, enquanto a média mundial fica em 22%. “As mulheres buscam ver, em sites como esse, vídeos que envolvam fantasias que elas não conseguem realizar facilmente no dia a dia”, aponta o Neuropsicólogo Fábio Roesler, psicólogo da Clínica de Cefaleia e Neurologia de São Paulo.

Outros dados da pesquisa mostram que vídeos relacionados ao sexo feminino e posições sexuais envolvendo duas mulheres estão entre os temas mais buscados pelas internautas. “Quando elas procuram na internet vídeos que mostram as suas fantasias, isso facilita a comunicação delas com o parceiro. Porque é diferente quando elas apenas imaginam, pondera Fábio.

O fato da busca de vídeos que envolvam práticas homossexuais não significa que essas mulheres sejam lésbicas. “O que percebemos é que as mulheres ocidentais tendem a se relacionar de modo mais íntimo e, para elas, as cenas são mais naturais.” Além disso, explica Fábio, as imagens podem ajudá-las a entender melhor o próprio corpo.

Vídeos pornográficos, como sabemos, tendem a exagerar o ato sexual com performances inverossímeis. Pior para os homens, avalia o psicólogo. “As mulheres são menos fantasiosas em relação ao desempenho. Muitas, inclusive, não querem parceiros com membros muito avantajados, por receio de sentir dor”, complementa.

Redação final: Acessoria de Imprensa às 16h22
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Histórico


Patrocinador